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Santo Antônio do Içá - AM

Comunidade Indígena Kokama

Liderança: Cacique Luciane

Roda de Conversa com Lideranças

Kokama

Comunidade Indígena Kokama – Amazonas

O Instituto Marapara realizou diagnóstico territorial na Comunidade Indígena Kokama, em Santo Antônio do Içá (AM), por meio de escuta qualificada com a Cacique Luciane, garantindo legitimidade e representatividade das informações.

A comunidade é formada por 762 famílias, totalizando 2.051 indígenas, com 35,6% de mulheres e 23,3% de crianças, além de 8,9% de jovens, 4,4% de idosos e 0,5% de pessoas com deficiência.

Esse perfil demográfico evidencia um território com base social majoritariamente feminina e jovem, estruturado para ações intergeracionais, fortalecimento cultural e expansão estratégica da economia criativa indígena.

Gráfico Geral – Diagnóstico Territorial

Comunidade Indígena Kokama – Santo Antônio do Içá (AM)
Famílias
Total
Mulheres
Homens
Crianças
Jovens
Idosos
PCD’s

762

2051

730

562

478

183

92

10

Indicadores Territoriais

A comunidade possui associação formalizada e CNPJ ativo, evidenciando organização institucional consolidada e plena capacidade de acessar políticas públicas e editais.

A agricultura tradicional constitui a principal manifestação cultural, estruturando identidade, espiritualidade e organização social, com transmissão ativa às novas gerações, participação juvenil, protagonismo feminino na liderança econômica e ações inclusivas para PCDs.

A economia territorial baseia-se no artesanato, na agricultura tradicional e na pesca, com renda considerada suficiente para as demandas locais.

Há interesse estratégico em formação em economia criativa, gestão de projetos, comunicação e produção cultural, sinalizando elevado potencial de qualificação técnica e expansão econômica.

A comunidade já participou de ações do Instituto Marapara, reconhecendo impactos concretos como o fortalecimento da identidade cultural, valorização dos saberes ancestrais, ampliação do protagonismo feminino e juvenil e maior organização para acesso a políticas públicas.

O diagnóstico confirma um território institucionalmente estruturado, culturalmente ativo e com elevado potencial para etnodesenvolvimento sustentável.