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Santo Antônio Do Içá - AM

Comunidade Indígena Kaixana

Kaixana

Comunidade Indígena Kaixana – Santo Antônio do Içá (AM)

O Instituto Marapara realizou Diagnóstico Territorial na Vila Presidente Vargas, do povo Kaixana, em Santo Antônio do Içá (AM), por meio de escuta com o Secretário da comunidade, com o objetivo de mapear aspectos socioculturais, econômicos e territoriais para fortalecer ações de etnodesenvolvimento e economia criativa.

A comunidade reúne 237 famílias e 1.391 indígenas, distribuídos em 409 mulheres (29,4%), 410 homens (29,5%), 296 jovens (21,3%), 203 crianças (14,6%), 51 idosos (3,7%) e 22 pessoas com deficiência (1,6%).

Revela-se um equilíbrio de gênero e forte base juvenil (35,9%), com potencial intergeracional estratégico para continuidade cultural e desenvolvimento comunitário.

Gráfico Geral – Diagnóstico Territorial

Comunidade Kaixana – Santo Antônio do Içá (AM)
Famílias
Total
Mulheres
Homens
Crianças
Jovens
Idosos
PCD’s

237

1391

409

410

203

296

51

22

Indicadores Territoriais

A comunidade possui associação formalizada e CNPJ ativo, assegurando estrutura institucional consolidada e plena participação em editais e políticas públicas.

Suas manifestações culturais, dança, artesanato, ensino da língua materna, canto, culinária, contação de histórias e práticas sustentáveis, evidenciam vitalidade cultural e transmissão intergeracional dos saberes.

A geração de renda baseia-se em artesanato, agricultura tradicional e pesca, atendendo às demandas locais, com interesse estratégico em formação em economia criativa, gestão, comunicação e produção cultural para expansão sustentável.

Realiza manejo sustentável e vincula preservação cultural à ambiental, embora enfrente desafios de demarcação territorial que geram insegurança jurídica e ameaças às lideranças.

Já participou de ações do Instituto Marapara, com impactos econômicos, sociais, sustentáveis e jurídicos, incluindo a reforma da maloca, hoje espaço central de articulação comunitária.

O diagnóstico confirma estrutura institucional sólida, dinamismo cultural e elevado potencial para etnodesenvolvimento sustentável.